Capítulo elege os superiores das comunidades da Província


Nota: informamos que em virtude pastoral e formativa as comunidades de formação dos estudantes de filosofia e teologia, por decisão capitular, trocaram os respectivos conventos. Sendo assim, a comunidade do estudantado de filosofia tem seu lugar no convento Santa Teresa e a comunidade do estudantado de teologia está a partir deste ano no convento São João da Cruz.



Os superiores eleitos fazem a profissão de fé diante do Provincial

Na manhã do dia 13 de janeiro os Capitulares reunidos em São Roque elegeram os superiores das Comunidades da nossa Província São José, a saber:

Santa Teresinha - São Paulo: Fr. Pierino Orlandini
Santa Teresinha - Rio de Janeiro: Fr. César Cardoso
Centro Teresiano - São Roque: Fr. Leandro
Santa Teresa - Belo Horizonte: Fr. Geraldo Afonso
São João da Cruz - Belo Horizonte: Fr. Alzinir Debastiani
Nossa Senhora do Carmo - Caratinga: Fr. Jorge Jacinto
São José - Piedade de Caratinga: Fr. Aurílio
Nossa Senhora da Assunção - Handel (Holanda): Fr. João Bonten
Beata Elizabete - Brasília: Fr. Cléber dos Santos.


O Capítulo também aprovou por unanimidade uma fundação no Nordeste do Brasil.
Eleito o Conselho da Província



Na manhã desta quarta-feira foi eleito o Conselho Provincial para o novo triênio, a saber:

Primeiro Conselheiro: Fr. Alzinir Debastiani

Segundo Conselheiro: Fr. Marcos Matsubara

Terceiro Conselheiro: Fr. George Alves

Quarto Conselheiro: Fr. Cléber dos Santos



A Assembléia Capitular acatou a sugestão de candidatos ao Conselho indicada pelo Provincial, fr. Rubens. Na escolha dos Conselheiros Fr. Rubens quis contemplar todas as gerações que formam a Província.

Na sessão da manhã deste dia 12 de Janeiro foram discutidos outros assuntos pertinentes à vida da Província em clima de intensa fraternidade e escuta da Vontade de Deus a nosso respeito.

Frei Rubens é eleito Provincial

Fr. Rubens (à esquerda) aceita o cargo para o qual foi eleito e faz sua Profissão de Fé

Frei Rubens Sevilha foi eleito Provincial da Província São José em eleição ocorrida na sessão eletiva do Capítulo Provincial nesta tarde, em São Roque.
Fr. Rubens já havia sido escolhido Provincial quando nossa circunscrição era Semi-Província. Natural de Tarabay, interior de São Paulo, fr. Rubens ingressou na Ordem ainda pequeno, na Escola Apostólica Santa Teresinha, em São Roque e testemunhou todo o processo recente do qual nasceu a nossa nova Província. No ano passado havia celebrado em São Paulo, onde era superior, os 25 anos de sua ordenação sacerdotal. A ele as orações e o apoio de todos.

Fr. Rubens recebe o abraço dos confrades presentes ao Capítulo

Abre-se o IIIº Capítulo da Província São José

A chegada

Desde a manhã do dia 10 de dezembro, os frades foram chegando ao Centro Teresiano de Espiritualidade, em São Roque (SP), para o 3º Capítulo da nossa jovem Província. Desta vez um bom número de delegados foram escolhidos pela Província entre os frades mais jovens, muitos recém professos. Como sempre, no abrir-se destas reuniões fraternas, sobressai a alegria do reencontro e a expectativa pelos bons frutos de um momento de graça.

A Missa do Espírito Santo

O Capítulo inicia-se com a Santa Missa votiva do Espírito Santo. É Ele quem se invoca por primeiro, Ele por quem falavam os profetas, que veio sobre a Virgem Maria, de quem fora ungido o Senhor Jesus, que fora enviado aos Apóstolos, que guia a Igreja, que sustenta os tíbios e os fracos, que dá calor e vigor a cada discípulo e coragem a todo consagrado.

A Santa Missa do Espírito Santo foi celebrada por frei Marcos Matsubara, superior da comunidade de Caratinga, que celebra seu aniversário neste dia. Comentando o Evangelho de S. Marcos sobre o chamado dos discípulos, que, em suas barcas consertavam as redes e, ao chamado de Jesus, respondem prontamente, fr. Marcos disse crer que o evangelista sugere com a passagem a idéia de urgência. Às vezes, atrás do biombo da "prudência" esconde-se a covardia. É preciso correr riscos quando se trata do Reino.


A primeira reunião

Às 20:30 nos reunimos no salão do convento de São Roque para o início do Capítulo. Cantou-se solenemente o Veni Creator. Em seguida foi escolhido o secretário do Capítulo (Fr. Cleber) e apresentada a sugestão de pauta para os trabalhos capitulares. Foram entoadas as completas. Foi o primeiro dia.















Mensagem do Padre Geral aos Capítulos Provinciais

Do centro da Ordem

O Padre Geral, Saverio Cannistrà, enviou uma carta a todos os Capítulos Provinciais manifestando a sua proximidade e convidando todos a viver cada Capítulo partindo do objetivo da "busca do projeto de Deus sobre nós, onde se manifesta a verdade mais profunda daquilo que somos no presente e do que somos chamados a ser no futuro".
Na carta o Prepósito Geral disse de "estar convicto que não podemos fazer um bom discernimento sem uma verdadeira mudança interior". Esta é a "única coisa necessária para não transformar os Capítulos em uma mera mudança institucional negligenciando a novidade do Espírito", tão necessária na nossa vida religiosa.

O Padre Geral insiste sobre a necessidade de retomar em cada Capítulo as conclusões emanadas dos encontros regionais que nos últimos meses o mesmo Geral e o respectivo Definidor da zona realizaram com os Superiores e os seus Conselhos.

"Espero que a leitura pessoal e compartilhada dos escritos de Santa Teresa possa servir de apoio e de orientação e vos ajude a assumir a responsabilidade que tendes nas vossas respectivas circunscrições".

Agregado à Ordem novo Instituto Religioso


Chamam-se Servas Carmelitas da Sagrada Família a nova Congregação de Irmãs agregadas à família do Carmelo Descalço. O Instituto nasceu na cidade de Cuenca (Espanha) em 1980, fundado por um grupo de irmãs, e foi aprovado como Instituto Religioso em 2009 pelo Bispo local.

O Príncipe da Paz conceda a todos abundantes bençãos, um ano de 2011 repleto de realizações...
O Natal no Carmelo Descalço
O Natal é uma data muito expressiva na vida dos santos carmelitas: Teresa de Jesus, São João da Cruz, Teresinha do Menino Jesus etc.. A natividade de Jesus está na fonte do nosso carisma, na meditação da Encarnação do Verbo. O amor a sagrada Humanidade de Cristo é uma herança espiritual deixada por Santa Teresa de Jesus. Ela enriquecia o seu interior com a meditação da Paixão do Senhor, com o culto da Eucaristia, e com a alegre celebração dos mistérios da Infância de Jesus.  Santa Teresa dizia em uma de suas poesias que no natal uma criança se abaixou para nos redimir, desceu neste claustro: 

“Hoje nos vem redimir
Ele é nosso parente
é o Deus Onipotente”
(Poesia 12)
Esta poesia é um canto a humanidade de Cristo que se tornou realidade em uma criança. É um ato de devoção a Maria e a José. Esta tradição se conserva até hoje nos nossos conventos. Nós vivemos esta tradição carmelitana, mas não a conhecemos muito. A datação é incerta, mas podemos balizar o seu início no século XVII, tempo no qual essa manifestação natalícia começa a ser codificada e propagada. Encontramos coleções de poesias natalícias nos arquivos da nossa Ordem.
Aproximemo–nos com os nossos Santos da tradição do Carmelo, para celebrar a centralidade do mistério da Encarnação, juntamente com Maria e José. Rendamos culto ao Menino Jesus, nascido “entre alguns animais que ali se encontravam. A humanidade eleva com alegria o canto sagrado dos anjos ‘Glória a Deus nas alturas”.

Festejemos os esponsais que entre aqueles dois havia (Cristo e a humanidade). Deus, porém, no presépio ali chorava e gemia. O pranto do homem em Deus e no homem a alegria. (Romances Trinitários e Cristológicos n.º 9 de São João da Cruz)

Deus de tal forma se aproximou do homem e o homem também é chamado a aproximar-se de Deus. Chamado a viver a sua vida divina. O Filho de Deus se fez homem a fim de que o homem se torne também filho de Deus. Renovemos neste Natal nossa fé no Deus encarnado, nos unamos a Ele para elevarmos nossa humanidade a dignidade de filhos amados...

Um Feliz Natal a todos!

Convivência Vocacional


De 15 a 18 de dezembro tivemos a semana de convivência vocacional no Convento Nossa Senhora do Carmo em Caratinga-MG. Participaram do encontro jovens dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Ao todo 15 jovens participaram do encontro dentre os quais 10 ingressarão no Aspirantado em 2011.


Durante a semana dirigiram alguns temas aos vocacionados frei Jorge, frei George, frei Alzinir, frei Francisco Sales e frei Wilson. Frei Cleber orientou o retiro dos jovens no terceiro dia do encontro vocacional.
RETIRO 2010


Depois de uma semana de retiro (06 a 12 de dezembro) na Serra da Piedade, na casa das irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade,...


...os frades professos temporários renovaram sua consagração celebrando a solenidade de são João da Cruz juntamente com suas irmãs monjas carmelitas do mosteiro Nossa Senhora Aparecida em Belo Horizonte-MG.

Renovação dos votos


A missa de renovação dos votos foi presidida pelo nosso provincial frei Alzinir...


Frei Manoel da Imaculada e Santo Agostinho, neste mesmo dia, em Piedade de Caratinga-MG, emitiu os primeiros votos religiosos...

Primeira profissão religiosa




O dia 15 foi marcado pelo início do noviciado dos freis Washington, Emanuel, Helder e José Augusto...




... por quem suplicamos a Deus lhe conceder a perseverança.
















São João da Cruz:
Mistagogo do homem
e da mulher
à procura do Deus verdadeiro
     
 
João da Cruz: um homem que orienta a busca do Deus verdadeiro para o homem e a mulher de hoje

         Um homem que viveu há quase meio milênio, em que pode contribuir para as pessoas do terceiro milênio?
         Sem dúvida, São João da Cruz ilumina a busca de Deus, do Deus verdadeiro, que realmente preenche o vazio e restitui O SENTIDO à existência humana.

A atualidade do seu pensamento está na resposta satisfatória que ele consegue dar às angústias dos homens. Tenta penetrar o coração do homem e acalmá-lo nas suas revoltas, apresentando o ideal da unidade: DEUS. A situação “do homem”, de São João da Cruz, é a de homem de sempre: a busca do Absoluto, o ideal da perfeição, da libertação do nada, o encontro com o TUDO (Patrício Sciadini – OCD).

         João da Cruz vem nos dizer que somente Deus pode plenificar o coração do homem. Ele é uma pessoa que faz a experiência do Absoluto em sua própria vida e, como um grande Mistagogo, consegue, a partir da própria experiência, nos conduzir seguramente a Deus. A busca de Deus é também busca de unidade interior. Porém, esta é uma busca árdua, difícil que exige força de vontade e empenho. É a ascese de que nos fala Platão no ilustre “Mito da Caverna”, referindo-se à alma que, saindo da caverna das suas sombras, quer contemplar não mais apenas as sombras, mas as realidades em si mesmas; quer não apenas reflexos de luz, mas, ao contrário, quer poder contemplar o próprio sol. Aquele que sai da caverna, num primeiro impacto com a claridade pode querer deixar a luta iniciada e permanecer nas sombras, temendo o enorme grau de esforço que será necessário empreender para acostumar-se definitivamente com a luz e, um dia finalmente, poder suportar olhar para o sol. Mas o desejo de “plenitude” o impulsionará em sua busca e não o deixará desanimar, pois o ser humano tem sede de infinito, tem sede de Deus.
         João da Cruz nos ensina com a própria experiência que vale a pena a busca apesar das dificuldades. É necessário ter claro diante dos olhos o ideal, a meta e investir tudo para atingi-la. Ele mesmo era um homem feliz, porque sabia onde queria chegar: tinha clareza de objetivos. Ele não vive simplesmente por acaso, mas vive e sabe porquê de seu viver. Mesmo em meio às adversidades, aos contrastes sombrios e turbulentos da vida, ele não desanima. Continua caminhando tranqüilo e sereno porque as dificuldades não lhe ofuscam a visão, e seu ideal continua visível aos olhos. Mesmo nas “noites” Deus continua resplandecendo em sua vida e na vida de todo homem, mesmo se, aparentemente dê a sensação de estar ausente.

A dificuldade da busca e a certeza do encontro

         No cárcere, em Toledo, na experiência dura da incompreensão de seus confrades, na experiência do aparente silêncio e abandono de Deus, João sabe que a ausência é realmente aparente, e a sua se torna uma solidão “povoada” por Deus.
Aquela eterna fonte está escondida,
Mas bem sei onde tem sua guarida,
Mesmo de noite.

Sua origem não a sei, pois não a tem,
Mas sei que toda origem dela vem,
Mesmo de noite.

Sei que não pode haver coisa tão bela,
E que os céus e a terra bebem dela,
Mesmo de noite.

Eu sei que nela o fundo não se pode achar,
E que ninguém pode nela a vau passar,
Mesmo de noite.

Sua claridade nunca é obscurecida,
E sei que toda luz dela é nascida,
Mesmo de noite.

Sei que tão caudalosas são suas correntes,
Que céus e infernos regam, e as gentes,
Mesmo de noite.

A corrente que desta fonte vem,
É forte e poderosa, eu sei-o bem,
Mesmo de noite.

A corrente que destas duas procede,
Sei que nenhuma delas a precede,
Mesmo de noite.

Aquela eterna fonte está escondida,
Neste pão vivo para dar-nos vida,
Mesmo de noite.

De lá está chamando as criaturas,
Que nela se saciam às escuras,
Mesmo de noite.

Aquela viva fonte que desejo,
Neste pão de vida já a vejo,
Mesmo de noite.
         
João permanece fiel a Deus e o deseja, o busca porque é convicto de sua presença. Ele SABE que mesmo na escuridão pode confiar que a sua fonte está presente e que ele pode dela beber e saciar-se abundantemente. É o que lhe dá sustento na caminhada.

A Pós-Modernidade e a “privatização do divino”

         A busca do transcendente excessivamente valorizada na Pós-Modernidade é uma busca em muitos aspectos egoísta, reflexo da atitude de um mundo onde o individualismo floresce vicejante no campo da competição pelo poder, pela riqueza e pelo status. Busca-se o privado, aquilo que satisfaz o indivíduo sem levar em conta o coletivo, a comunidade.

“A individuação de Deus na experiência privada da vivência da fé conduz ao desconhecimento do outro, porque satisfaz por si mesma... Uma atitude coerente com a busca da felicidade pessoal, recusa de sacrifícios pelos outros, liberação das imposições tradicionais, hedonismo no plano afetivo... A complexidade e diversificação deste espaço multifacetado para a vivência da fé possibilita que o indivíduo, nas suas reações, tenha como centro a si mesmo, caracterizando o individualismo”. (MOL, Joaquim Giovanni. In: Individualismo cultural e vivência da fé – dissertação de mestrado).

“O excessivo sucesso do esoterismo, da parapsicologia, mentalização psicológica, Yoga, para chegar à paz interior não é outra coisa que a tentativa de substituir a Deus. Estes meios, todavia, não são capazes de reunificar o homem, de alcançar-lhe a harmonia na qual foi criado e para a qual tende após a Redenção. O menor dos danos que essas pseudo-doutrinas podem gerar é a desembocadura em um naturalismo puro, que não liberta de nossas escravidões e limitações. O homem novo não é construído em cima de sua própria natureza, em cima de seu próprio barro. Ele nasce da postura de permanecer como objeto a ser remido por Deus” (Patrício Sciadini – OCD).

João da Cruz: abertura a Deus que não exclui o próximo

         São João da Cruz não se fecha em si mesmo na sua experiência de Deus. A sua é uma experiência relacional com Deus que se prolonga no outro. A sua não é uma busca egoísta de Deus para aprisioná-lo em si mesmo. Ao contrário, ele se torna mistagogo. Nos ajuda a fazermos também nós o nosso encontro com o Deus verdadeiro. Ele é uma pessoa feliz, realizada, que sente a necessidade de comunicar sua experiência, deixar que ela transborde para que outros possam se beneficiar.
         O Deus ao qual João nos conduz é um Deus próximo. Está tão perto de nós, que habita dentro de nós e nos leva para dentro de si. Contudo, não nos aprisiona, nem nos escraviza, mas nos propõe uma relação de liberdade. Precisamos descer ao fundo de nós mesmos e encontrá-lo. Ele está escondido em nosso ser. Essa busca do divino no mundo atual, mostra justamente esta realidade: O Amado atrai como um ímã, quer ser buscado e quer ser encontrado.

Onde é que te escondeste,
Amado, e me deixaste com gemido?
Como o cervo, fugiste,
Havendo-me ferido;
Saí, por ti clamando, e eras já ido.

Pastores que subirdes
Além, pelas malhadas, ao Outeiro,
Se, por ventura virdes
Aquele a quem mais quero,
Dizei-lhe que adoeço, peno e morro.
Ó bosques e espessuras,
Plantados pela mão de meu Amado.
Ó prado de verduras,
De flores esmaltado,
Dizei-me se por vós ele há passado.

Extingue os meus anseios
Porque ninguém os pode desfazer
E vejam-te meus olhos
Pois deles és a luz,
E para ti somente os quero ter.

(Cântico Espiritual – Granada 1584 – 1586)

         João orienta a busca do Deus que ele denomina como AMADO. Porém, é preciso silenciar todo em nós para iniciarmos a busca encontrarmos Deus.
         Deus sabe que o coração do ser humano tem sede de infinito, tem sede de beber da fonte na qual tem sua origem. O coração humano vive na procura nostálgica de sua origem e estará “inquieto e insatisfeito enquanto não repousar em Deus”.
         O homem e a mulher de hoje procuram Deus e muitas vezes tem a ilusão de o terem encontrado em realidades que não são, de fato orientadas para o DESEJADO, o AMADO, como O chama São João.
         São João da Cruz pode orientar este homem e esta mulher inquietos na busca de Deus.
         Às vezes nos é transmitida uma falsa imagem da figura deste santo, ao ponto de nos parecer inacessível e inatingível. Mas, ao contrário, São João da Cruz é uma pessoa muito próxima de nós. Viveu seu cotidiano buscando, com toda a sua energia a Deus. Também ele experimentou e sentiu o “silêncio de Deus” e dos homens.
         O segredo dele está no fato de ter claro o que realmente queria. Era convicto do amor, da bondade e da presença de Deus. Era convicto de que Deus é fiel e nele se pode confiar e esperar, mesmo de noite. 

Ir. Andréa dos Santos Lourenço
Discípula de Jesus Eucarístico