quarta-feira, 28 de julho de 2010


Múmias de freiras carmelitas são encontradas no Mosteiro da Luz

sexta-feira, 2 julho, 2010

Arqueólogos responsáveis por analisar três múmias e oito esqueletos encontrados na capela funerária do Mosteiro da Luz, região central de São Paulo, em 2008, estão surpresos ao descobrirem que em três dos seis túmulos havia objetos de freiras da ordem das carmelitas, sendo que no local, há mais de 200 anos, quem vive são irmãs concepcionistas.
Para os pesquisadores, os dois escapulários do Sagrado Coração e um manto mortuário marrom encontrados representam uma comprovação rara de convivência entre as duas ordens na cidade, já que estas são características da ordem das carmelitas. As informações são de O Estado de S. Paulo.
As intervenções arqueológicas no local tiveram início em fevereiro de 2008 e terminaram no mês passado. Os arqueólogos descobriram ainda as datas prováveis em que duas das freiras morreram, após testes de carbono 14. Eles apontam que uma tenha morrido em 1880 e outra, em 1780, com margem de erro de 40 anos. Além disso, sugerem que pelo menos uma delas foi contemporânea de Frei Galvão, canonizado em 2007.
Ainda ressaltam a possibilidade de as freiras terem sido enterradas como leigas, porque elas foram encontradas com vestes azuis, quando a praxe de concepcionistas ordenadas é serem enterradas de branco e com véu preto. Até o fim deste ano, os pesquisadores do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE-USP), órgão responsável pelas pesquisas no mosteiro, receberão o resultado das análises para entenderem quem foram estas freiras.
As intervenções arqueológicas no local, iniciadas em fevereiro de 2008, terminaram no mês passado. Até agosto, um relatório com as hipóteses e conclusões da equipe? e com o inventário dos cerca de 1 mil objetos encontrados na capela? será encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “O mais importante é o registro histórico, as pistas sobre os hábitos da vida monástica em São Paulo nos séculos 18 e 19, tema carente de documentação”, diz Valdirene.
Entre os fatos descobertos estão as datas prováveis em que duas das freiras morreram, conseguidas após testes de carbono 14: uma morreu em 1880 e outra, em 1780 (há margem de erro de 40 anos). Como o convento foi fundado em 1774, os técnicos afirmam que ao menos uma é contemporânea de Frei Galvão (confessor das concepcionistas), canonizado em 2007.
A cor de outras vestes encontradas? azul? revela possibilidade própria do período histórico: a de as irmãs terem sido enterradas como leigas. “A praxe de concepcionistas ordenadas é serem enterradas de branco e com véu preto”, diz a historiadora. “O que explica o indício de enterro como leigas é que não havia conventos femininos autorizados em São Paulo, apenas recolhimentos”, não reconhecidos pela Igreja. Foi assim até o fim do Império.”
Para o cônego Celso Pedro da Silva, procurador do Mosteiro da Luz, há “dúvidas” a respeito do material carmelita. “Não vejo polêmicas quanto aos escapulários, pois eram objetos de devoção de outras ordens também. O manto marrom é que causa estranheza, e vou pesquisar nos arquivos”, disse. “Mas pode ser só “interpretação” dos arqueólogos. Duvido que carmelitas foram enterradas no mosteiro.”
Hábitos. Mesmo sem acesso ao arquivo das concepcionistas, não há autorização das irmãs para pesquisa, alguns hábitos foram revelados. Os cinco pares de sapato encontrados tinham solas desgastadas, “por uso intenso”. As patelas nos joelhos das irmãs apresentavam patologias, pelas horas em que ficavam orando. Quatro freiras apresentaram queda dos dentes antes de morrerem sinal de dieta pobre em vitaminas. E ao menos uma era deficiente física, com “cifose na vida adulta”, conforme assinala o arqueólogo Sérgio Monteiro da Silva, também do MAE-USP. “Até o fim do ano, receberemos resultado de análises, para entender quem foram elas.”
Fonte: Defender – Defesa Civil do Patrimônio Histórico



30 de junho de 2010



Arqueólogos responsáveis por analisar três múmias e oito esqueletos encontrados na capela funerária do Mosteiro da Luz, região central de São Paulo, em 2008, estão surpresos ao descobrirem que em três dos seis túmulos havia objetos de freiras da ordem das carmelitas, sendo que no local, há mais de 200 anos, quem vive são irmãs concepcionistas. Para os pesquisadores, os dois escapulários do Sagrado Coração e um manto mortuário marrom encontrados representam uma comprovação rara de convivência entre as duas ordens. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
As intervenções arqueológicas no local tiveram início em fevereiro de 2008 e terminaram no mês passado. Os arqueólogos descobriram ainda as datas prováveis em que duas das freiras morreram, após testes de carbono 14. Eles apontam que uma teria morrido em 1880 e outra, em 1780, com margem de erro de 40 anos. Além disso, sugerem que pelo menos uma delas foi contemporânea de Frei Galvão, canonizado em 2007. Ainda ressaltam a possibilidade de as freiras terem sido enterradas como leigas, porque elas foram encontradas com vestes azuis, quando a praxe de concepcionistas ordenadas é serem enterradas de branco e com véu preto.

sábado, 24 de julho de 2010

JUVENTUDE CARMELITANA EM ALTA

O VII Encontro de Jovens OCDS aconteceu de 16 a 18/07/10, em Fortaleza/CE, no Centro Inaciano de Espiritualidade-CIES (Igreja do Cristo Rei), tendo como Tema: “O mundo é meu Carmelo”, e Lema: “A Ordem Secular dos Carmelitas Descalços (OCDS) faz do mundo o seu Carmelo” (Frei Patrício Sciadini, ocd). “É sempre uma aventura responder ao chamado de Deus, porém Deus merece esse risco” – Santa Teresa Benedita da Cruz – Edith Stein.

Foi demais!!!!!!!












QUER SABER MAIS, ENTRE NO BLOG DA JUVENTUDE CARMELITANA
http://carmelitasjovens.blogspot.com/

terça-feira, 20 de julho de 2010

ENCONTRO DOS RELIGIOSOS IRMÃOS DA PROVÍNCIA SÃO JOSÉ






Realizou-se no convento Santa Teresa de Jesus, em Belo Horizonte, entre os dias 28 e 30 de junho, o encontro dos frades Irmãos, Carmelitas Descalços, da Província São José. Fizeram-se presentes: fr. Allyson e fr. George (Belo Horizonte/MG), fr. José Cláudio (Caratinga/MG) e fr. Miguel (São Paulo/SP).

No dia 28/06 tivemos a presença do Irmão Heládio, da congregação de Nossa Senhora de Lourdes, que partilhou conosco a sua experiência vocacional, congregacional e missionária, além de fazer-nos refletir que o Irmão é aquele que vai (“ir-”) junto com o outro (“-mão”) rumo ao projeto do Pai.

No dia 29/06, pela manhã, estudamos e discutimos juntos o seguinte artigo: “A refundação dos religiosos: uma exigência do Espírito!” do padre jesuíta Jaldemir Vitório. Na parte da tarde, fr. Emerson OCD, provocou-nos a partir de um texto adaptado de uma conferência proferida por Timothy Radclife aos Abades Beneditinos, em seu Congresso Mundial do ano 2000. Fez-nos pensar que “os religiosos revelam Deus não por aquilo que fazem ou dizem, mas porque as suas vidas têm como centro um espaço vazio, no qual Deus pode manifestar-se a si mesmo”. E há três aspectos de nossa vida que abrem o vazio para Deus:

1) Em nossas vidas não desempenhamos nenhuma função “específica”, pois o que deve identificar-nos é o ser frade, ser irmão, e não um ofício particular que eventualmente desempenhamos.

2) Não devemos aspirar a promoções, escalas hierárquicas como, por exemplo, os militares; pelo simples fato de que nos voltamos totalmente para o testemunho da fraternidade.

3) São vidas marcadas pela humildade, humildade de reconhecer o nosso lugar, o nosso espaço e deixar que Deus ocupe o centro de nossas vidas e de nossas comunidades.

E, para finalizar, no dia 30/06 realizamos um passeio fraterno à cidade histórica de Ouro Preto/MG.



Pelos Irmãos da Província São José,

fr. Allyson, OCD.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DO CARMO

Virgem do Carmo



Nossa Senhora do Carmo

No dia 16 de julho, celebra-se na Igreja Católica, a memória de Nossa Senhora do Carmo, um título da Virgem Maria que remonta ao século XIII, quando, no monte Carmelo, Palestina, começou a formar-se um grupo de eremitas. Estes, querendo imitar o exemplo do profeta Elias, reuniram-se ao redor de uma fonte chamada "fonte de Elias", e iniciaram um estilo de vida que, mais tarde, se estenderia ao mundo todo. Devido ao lugar onde nasceu, este grupo de ex-cruzados e eremitas foi chamado de "carmelitas". A história nos assegura que os eremitas construíram também uma pequena capela dedicada à Nossa Senhora que, mais tarde, e pela mesma circunstância de lugar, seria chamada de "Nossa Senhora do Carmo" ou " Nossa Senhora do Carmelo". Os carmelitas viram-se obrigados a emigrar para a Europa, para continuar a própria vida religiosa e lutar por seu espaço entre as várias ordens mendicantes. O título de Nossa Senhora do Carmo está unido ao "símbolo do escapulário".

A presença de Maria com o nome de Nossa Senhora do Carmo foi se espalhando por toda a Europa, e esta devoção foi levada para a América Latina, na primeira hora da evangelização. É difícil encontrar uma diocese latino-americana que não tenha, pelo menos, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Carmo. Não somente são igrejas matrizes ou catedrais dedicadas a Maria, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, mas também lugarejos, capelas, oratórios etc. Isso prova como esta devoção saiu dos âmbitos restritos dos conventos carmelitanos e se tornou propriedade do povo e da Igreja Universal, como diz o Papa João Paulo II, em sua carta dirigida aos Superiores Gerais do "Carmelo da Antiga Observância e do Carmelo Descalço".

Esta devoção, enraizada no coração do povo, está sendo resgatada, e os devotos de Nossa Senhora do Carmo aumentam cada vez mais.

Texto: Cônego Pedro Carlos Cipolini - Doutor em Teologia (Mariologia); professor titular da PUC–Campinas; membro da Academia Marial de Aparecida

16 de julho

Nossa Senhora do Carmo

A festa da Padroeira da Ordem Carmelita foi, inicialmente, a da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a 15 de agosto. Entretanto, entre 1376 e 1386, surgiu o costume de celebrar uma festa especial em honra de Nossa Senhora, para comemorar a aprovação da regra pelo Papa Honório III, em 1226. Esse costume parece ter-se originado na Inglaterra. E a observância da festa foi fixada para o dia 16 de julho, que é também a data em que, segundo a tradição carmelita, Nossa Senhora apareceu a São Simão Stock e lhe entregou o escapulário. No início do século XVII, ela se em definitivo na “festa do escapulário”, e logo começou a ser celebrada também fora da Ordem e, em 1726, espalhou-se por toda a Igreja do Ocidente, por obra do Papa Bento XIII. No próprio da missa, o dia não se faz menção do escapulário ou da visão que teve São Simão; porém, ambos os fatos são mencionados nas leituras do segundo noturno das Matinas. E o escapulário de Nossa Senhora é mencionado no prefácio especial usado pelos carmelitas, nesta festa.

A ordem dos carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem um verdadeiro fundador, mas tem um grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-Aventurada Virgem do Carmo. “O Carmo – disse o cardeal Piazza, carmelita – existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua História, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”. Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o livro das instituições dos primeiros monges: “Em lembrança da visão que mostrou ao profeta a vinda desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saia da terra e se dirigia para o Carmelo (cf. 1Rs 18,20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela sobre o monte Carmelo, na Palestina, perto da fonte de Elias em honra desta primeira Virgem voltada a Deus.

Expulsos pelos sarracenos no século XII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, uma regra aprovada em 1226 pelo Papa Honório III, se voltaram ao Ocidente, e aí na Europa fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldades, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio em particular sensibilizou os devotos: “Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava, a Mãe de Deus apareceu acompanhada de uma multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo”.

Os críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabatino de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas têm falado disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII convidava a “colocar em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos”: entendido como veste Mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste; enquantosacramental, extrai o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor daqueles que o usam.

Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário

Fonte: Maria do Carmo Hakim Silva

Artigo extraído do jornal "Jesus te Ama", edição de julho/2007,

publicação da "Comunidade de Aliança Jesus te Ama".

A palavra Carmo corresponde ao Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que significa Jardim, na Palestina (Terra Santa). Uma montanha com 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura. A ordem dos carmelitas venera com muito carinho o profeta Elias, considerado seu patriarca modelo, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem-Aventurada Virgem do Carmo.


Um livro muito antigo da ordem comenta a visão de Elias mostrando a Virgem dirigindo-se ao Monte Carmelo, em forma de uma nuvem que saía da terra. (I Reis 18:20,41). Os monges, no ano 93 d.C., construíram no Carmelo uma capela à Virgem. Aquela região, na época, estava sob disputa entre as populações locais pelo domínio da região, e os monges foram expulsos de lá, no século 13.

Quando foram expulsos, espalharam-se pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Pouco tempo depois, em 1226, os carmelitas apresentam o pedido de aprovação do papa Honório III, que o concede oficialmente pela Igreja Católica de Roma.

Novas perseguições os cristãos sofrem em 1235. Desta vez, os carmelitas dividem-se em dois grupos: Os que permaneceram no Monte Camelo: estes foram massacrados e o mosteiro incendiado, e os que se refugiaram na Sicília, em Creta, na Itália e Inglaterra no ano de 1238; lá fundaram o Mosteiro de Aylesford; também não foram aceitos pelos religiosos e eclesiásticos.

Para os religiosos ingleses, esta seria mais uma comunidade no meio de tantas outras, e também o modo de vida que levavam não condizia com os costumes locais: levar uma vida monástica dentro de uma cidade inglesa. Preocupado com as hostilidades sofridas naquele momento, o prior dos Carmelitas, Simon Stock, considerado pela devoção e amor à Mãe do Carmelo, na noite de 16 de julho de 1251, em oração fervorosa à Virgem Maria, pede por ajuda e proteção, rezando:

"Flor do Carmelo, vide florida.
Esplendor do Céu.
Virgem Mãe incomparável.
Doce Mãe, mas sempre Virgem,
Sede propícia aos carmelitas,
Ó Estrela do Mar."

Uma visão do frade carmelita Simão Stock mostrava a Virgem Maria cercada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e dizendo:

"Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas".

Vem daí a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo.

O que é o escapulário?

A palavra escapulário vem do latim “escapula” que significa armadura, proteção. A função do escapulário na história da Igreja é muito parecida com a do rosário, constituindo-se numa das mais antigas e populares formas de devoção à Virgem Maria.

O uso do escapulário é um sinal de confiança em Nossa Senhora, para que ela cubra de graças aquele que o usa e o proteja de todos os perigos espirituais e corporais. O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, "um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja".

O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz a Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. Santa Tereza (reformadora da Ordem das freiras carmelitas juntamente com São João da Cruz) dizia que portar o escapulário era estar revestido com o hábito de Nossa Senhora.

Setenta anos mais tarde, aparece a Virgem ao Papa João XXII, confirma esta promessa e acrescenta outra, chamada a do privilégio sabatino, em que, mediante determinadas condições, a alma do confrade Carmelita será livre do Purgatório se lá estiver, no sábado a seguir à sua morte.

Os Soberanos Pontífices consideram como pertencentes à Ordem do Carmo, todos os que recebem o seu escapulário. Para que todos possam usufruir as graças inerentes ao Escapulário, Sua Santidade, o Papa PIO X, em 16 de Dezembro de 1910, concedeu que o Escapulário, uma vez imposto, pudesse ser substituído por uma medalha que tenha de um lado Nossa Senhora sob qualquer invocação (Carmo, das Dores, da Conceição, de Fátima etc.) e do outro lado, o Coração de Jesus, e benzida com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir este Escapulário.

Em 28 de Janeiro de 1964, o Papa Paulo VI concedeu ainda que todos os Sacerdotes pudessem impor o Escapulário e substituí-lo pela respectiva medalha, pois até aí era um privilégio dos Padres Carmelitas e de outros Sacerdotes que o pedissem à Santa Sé, e nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos o tragam.

ORAÇÃO

Senhora do Carmo, Rainha dos Anjos, canal das mais ternas mercês de Deus para com os homens. Refúgio e Advogada dos pecadores, com confiança eu me prostro diante de vós suplicando-vos que obtenhais...... (pede-se a graça). Em reconhecimento, solenemente prometo recorrer a vós em todas as minhas dificuldades, sofrimentos e tentações, e farei tudo que ao meu alcance estiver, a fim de induzir outros a amar-vos, reverenciar-vos e invocar-vos em todas as suas necessidades. Agradeço-vos as inúmeras bênçãos que tenho recebido de vossa mercê e poderosa intercessão. Continuai a ser meu escudo nos perigos, minha guia na vida e minha consolação na hora da morte. Amém. Nossa Senhora do Carmo, advogada dos pecadores maisabandonados, rogai pela alma do pecador mais abandonado do mundo. Ó Senhora, rogai por nós, que recorremos a vós